fbpx
Helte
  • Sobre nós
  • Downloads
  • Rastreio
  • Trabalhe conosco
  • Seja integrador
Plataforma Helte

Energia solar se mantém atrativa frente ao aumento das tarifas de energia

Com ajustes recorrentes nas tarifas de energia elétrica, consumidores encontram na energia solar uma alternativa para reduzir o impacto na conta de luz

Por que a energia solar segue atrativa frente ao aumento das tarifas de energia

O acionamento recorrente da bandeira vermelha ao longo de 2025 reacendeu o debate sobre o custo estrutural da energia elétrica no Brasil e seus efeitos diretos sobre o orçamento de famílias e empresas. Com o adicional de até R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos no patamar 2, o aumento da tarifa pressiona margens, amplia a imprevisibilidade dos custos operacionais e reforça a busca por alternativas mais eficientes de abastecimento energético.

Na média nacional, as tarifas de energia elétrica devem subir 7,64%, enquanto o mercado financeiro projeta uma inflação de 3,99% para 2026, segundo o Boletim Focus. O levantamento aponta, contudo, que em algumas distribuidoras o reajuste pode ultrapassar o triplo da inflação estimada para o ano, ampliando a pressão sobre consumidores residenciais e empresariais.

Nesse contexto, a geração distribuída solar segue se consolidando como uma solução economicamente viável. Mesmo em um cenário macroeconômico desafiador, a combinação entre redução no preço dos equipamentos, maior acesso a financiamento e novos modelos de negócio tem mantido a energia solar competitiva, especialmente diante da volatilidade tarifária.

De acordo com levantamento da ABINEE, o interesse por energia solar segue em trajetória de alta. As buscas por “painéis solares fotovoltaicos” cresceram 260%, enquanto termos relacionados ao custo dos sistemas residenciais tiveram aumento superior a 260%, sinalizando maior maturidade do consumidor e foco na viabilidade financeira do investimento.

A região Sul se destaca nesse movimento, com seus três estados entre os dez com maior volume de buscas, reforçando o protagonismo regional na adoção de fontes renováveis. Esse cenário dialoga diretamente com a forte presença da Helte, empresa brasileira especializada em soluções para o mercado fotovoltaico. A companhia concentra sua maior base de clientes no Sul, especialmente no Paraná e em Santa Catarina, estados onde atua de forma competitiva em preço e capilaridade.

Para Dimael Monteiro, diretor-geral da Helte, o diferencial da energia solar neste momento está na capacidade de blindar o consumidor contra a volatilidade tarifária. “Quando a bandeira vermelha é acionada, o impacto recai diretamente sobre o consumo da rede. Com a geração própria, boa parte desse consumo é compensada, reduzindo a exposição ao aumento e trazendo previsibilidade financeira”, explica.

Dados do Estudo Estratégico do Mercado Fotovoltaico, elaborado pela Greener, reforçam essa dinâmica em 2025. No primeiro semestre, o setor manteve consistência mesmo diante de um ambiente macroeconômico restritivo, com 4,5 GW instalados e mais de R$ 11 bilhões investidos. O segmento residencial atingiu recorde de representatividade, indicando que a decisão pela energia solar tem sido cada vez mais orientada por critérios econômicos e estratégicos, e não apenas ambientais.

A Helte atua no mercado B2B, fornecendo kits e soluções para integradores e instaladores em todo o país. Em 2023, a companhia alcançou faturamento de R$ 1 bilhão e recebeu o status de unicórnio brasileiro. Em 2024, ampliou sua atuação no segmento ao firmar parceria com a cooperativa OpenGD, que atua no mercado de energia por assinatura, modelo que permite ao consumidor final acessar energia solar sem a necessidade de investir diretamente em infraestrutura própria.

A expectativa de crescimento da geração solar no Brasil entre 2026 e 2027 permanece consistente, sustentada pelo amadurecimento do mercado e pela evolução tecnológica. A expansão de sistemas híbridos com armazenamento e a necessidade de modernizar a infraestrutura elétrica reforçam esse movimento. Mesmo com oscilações pontuais nos preços dos equipamentos, a fonte mantém competitividade estrutural e papel estratégico na eficiência econômica do setor energético nacional.

“Além da redução de custos, o consumidor passa a enxergar a energia como um ativo estratégico. A previsibilidade do gasto, somada à tendência de novas pressões tarifárias nos próximos anos, faz com que a geração distribuída deixe de ser apenas uma alternativa e passe a integrar o planejamento financeiro de médio e longo prazo”, afirma Monteiro.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

A Helte

Blog

Código de Conduta Ética

Downloads

Fale conosco

Links Úteis

Perguntas Frequentes

Política de Privacidade

Rastreio

Seja Estrela Helte

Seja integrador

Sobre nós

Trabalhe conosco

Faça uma visita

Rod. BR 163, Km 284, S/N
Marechal Cândido Rondon/PR
85963-108

[email protected]

Segunda à Sexta
08:00 – 12:00
13:30 – 18:00

0800 090 0090

Associados

  • Instagram
  • LinkedIn
  • Facebook
  • Youtube
plugins premium WordPress