Na China, os preços de wafers, células e módulos seguem estáveis, mesmo com leve queda nas taxas de operação. Em 2025, o país adicionou 317 GW de capacidade solar, com renováveis representando 83% da nova capacidade instalada, reforçando escala consolidada e racionalização da produção.
No Brasil, o crescimento também é estruturado: a projeção é de 107 GW de solar até 2035, quase dobrando o parque atual, com protagonismo da geração distribuída e avanço do armazenamento para garantir flexibilidade da rede.
O elo entre esses movimentos está na eficiência e inovação da cadeia produtiva. A alta no preço da prata — insumo essencial nas células solares — pressiona custos e acelera a redução do uso de metais nobres e a substituição parcial por cobre.
Na Helte, entendemos que essa nova fase do setor exige eficiência, engenharia otimizada, inteligência na escolha tecnológica e visão de longo prazo, com foco em sustentabilidade econômica e excelência técnica.
Seguimos confiantes no potencial da energia solar no Brasil e reforçamos nossa estratégia de pronta entrega, agilidade e investimento contínuo para apoiar o crescimento do mercado com soluções cada vez mais competitivas, seguras e sustentáveis. Acreditamos que este é o momento de fortalecer ainda mais o setor e acelerar a transição energética com responsabilidade e inovação.
Fonte: Solar Enters Its Discipline Era — pv magazine Global (18/02/2026)





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